Experiência Decomposição - GABRIEL H.


Agora vamos colocar a mão na massa! Para entendermos um pouco melhor como ocorre a decomposição na natureza, vamos realizar um experimento simples para visualizar esse processo e entender melhor a sua importância para o nosso planeta e todos os seres vivos.
 
Com uma luva ou sacolinha plástica, pegue restos de alimentos e deposite-os no solo, ao ar livre. Se você morar em um apartamento ou em uma casa sem muito espaço, coloque esses restos de alimentos (poucos) em um vaso com terra. Você pode usar um vaso com planta, não tem problema, esse experimento se realizado da forma correta, irá fazer bem para a plantinha. 

Agora,se você mora em uma casa com bastante espaço, coloque os restos de alimentos diretamente no solo, em uma área livre, longe de sua casa.

Após isso, registre como estão os alimentos através de desenhos, fotos, relatos escritos em seu caderno e através de vídeos feitos pelo celular. 

Realize os relatos em média a cada dois dias. Divida os relatos em: dia 1, dia 3, assim por diante. Antes de iniciar um novo relato, leia e observe a imagem do relato anterior para servir de comparação e observar se houve alguma mudança. Se tudo ocorrer normalmente você irá observar o surgimento de manchas de diversas cores, crescimento de outros organismos (fungos) e cheiros peculiares(gases produzidos pelas bactérias).
 
Esse é o resultado da ação dos microrganismos decompondo esse alimento. Poste em suas redes sociais o resultado de seu experimento. Procure colocar dia-a-dia para que possamos acompanhar as transformações ocorridas. 

Não esqueça de usar as hashtags #brincandodentrodecasa #soualunodemogi. 

IMPORTANTE: Não esqueça de lavar bem as mãos após manusear os restos de alimentos e use de preferência apenas alimentos VEGETAIS!




Experiência de decomposição da banana em 12 fotos, registradas a cada 2 dias
 Em fotos maiores, minha vó colocou cascas de caqui no meio da experiência.


Última foto tirada em 14/06/2020

Contos de Assombração - GABRIEL H.

Hospital Dr Arnaldo
Lenda de Mogi contada pela minha mãe
Existem muitas lendas em torno do hospital Dr Arnaldo, que na década de 80 tratava de pacientes com HANSENÍASE,  a doença mais conhecida como LEPRA.

Quem tinha lepra era abandonado para viver lá. Os leprosos sofriam muito com o abandono, uma doença sem cura na época. 

Nesse lugar havia o hospital,  um teatro para os pacientes e um cemitério. As pessoas que morriam de lepra eram enterradas nesse cemitério.

Dizem as lendas que hoje o cemitério e o teatro são assombrados, que pode-se ver as almas despedaçadas, sem partes do corpo por causa da doença, vagando pelo lugar.

Contos de Assombração - LUIGGI

O homem do saco

Minha mãe sempre me contou que crianças travessas iriam ser levadas pelo o homem do saco caso não se comportassem direito.

O homem do saco é um velho que carrega uma sacola de pano bem grande em suas costas e carrega crianças que não se comportam para prender em gaiolas e assim ficarem com saudades de seus pais. 

Ela sempre me dizia que o homem do saco não tem família e gosta de maltratar as crianças por isso que tinha muito medo e faço de tudo para me comportar.

Quem contou: Minha mãe, Nayara, de 33 anos.

Contos de Assombração - ARTHUR

A menina da pipoca

Essa história é de uma menininha,  que estava em sua casa com os pais, sentada na janela, quando uma procissão em homenagem a São Benedito que é um santo negro, estava passando na rua.

Seus pais por preconceito não deixaram a menina assistir a procissão. Então a mãe fez pipoca para a menina se distrair, mas quando ela comeu a primeira pipoca ela se engasgou e acabou morrendo!

No cemitério da nossa cidade tem um túmulo de pedra, com uma estátua em formato de uma menininha deitada sobre o que parecem ser pipocas. 

Quem contou: Minha avó, Cleonice, de 72 anos.

Contos de Assombração - LUCAS

História de vida de dois irmãos

Dois irmãos viviam discutindo sobre religião.

José, que era o mais velho, tinha sua devoção - católico, enquanto Durvalino era ateu e não acreditava em nada.

Enquanto José rezava, seu irmão falava dando risada: "Deixa de falar sozinho, não vai adiantar de nada".

José repreendia:
- Se você não acredita, não obrigo a acreditar, mas um dia se eu morrer primeiro e minha alma salvar vou te fazer uma surpresa, e você não vai gostar.

Um dia José foi embora, mas falou para o seu irmão: 
- Fique com esse relógio, de lembrança do nosso avô. - esse relógio era quebrado.

Passaram-se muitos anos, e o relógio ficou pendurado na parede. Certo dia, Durvalino acordou muito assustado, ouvindo aquela batida, muito devagar, por várias vezes.

Ele se levantou para ver o que era e o relógio antes quebrado marcava Meia-Noite.

No dia seguinte, ele recebeu um telegrama e quando abriu para ver o que estava escrito, seu corpo estremeceu, o telegrama dizia a Meia-Noite, o seu irmão José morreu.

Quem contou: Meu avô, Gabriel, de 63 anos.

Contos de Assombração - GUILHERME

O braço seco

Minha bisavó contou-me uma que, segundo ela aconteceu em Minas Gerais.

Era sobre um menino muito malcriado, que não respeitava a sua mãe e um dia quando a mãe foi bater nele, ele revidou e bateu nela.

Mais tarde, quando ele estava comendo o seu braço secou.

Quem contou: Minha bisavó, Antonia, de 81 anos.

Contos de Assombração - ANA CLARA

O paletó

Dizia um rapaz que estava em uma festa e encontrou uma moça belíssima, eles dançaram e quando a festa terminou ele teria ido acompanhar essa moça, que vou dar o nome de Lilian, e no dia estava MUITO frio, então o rapaz que vou chamar de Leonardo, emprestou seu paletó para a Lilian. 

Quando o Leonardo chegou na casa de Lilian o rapaz disse que ela poderia ficar com o paletó e outro dia ele pegaria de volta, eles se despediram e o rapaz foi para casa.

Leonardo percebeu que a garota não ia mais as festas, então decidiu ir a casa da garota. Chegando lá ele bateu e uma senhora atendeu a porta, ele perguntou da moça.

Esta senhora que vou chamar de Neide, disse que não conhecia e ninguém morava lá com esse nome, o rapaz perturbado disse que a deixou neste endereço. Neide o convidou para entrar e conversar melhor o assunto, então quando o rapaz entrou viu uma foto de Lilian e começou a falar para senhora que era a menina desta foto.

A senhora olhou para ele e falou que ela morreu há quinze anos. O rapaz chocado não acreditou, então a senhora lhe deu um endereço e disse que ele ia a encontrar nesse lugar Leonardo esperançoso foi nesse nesse lugar, descobriu que era um cemitério e procurou o nome dela, quando achou viu seu paletó pendurado na cruz do túmulo.             

Quem contou: Minha avó de 63 anos.

Contos de Assombração - KAUANY

Sítio mal assombrado

Em 2001 minha mãe e meus avós se mudaram para Taiaçupeba, Mogi das Cruzes, vindos do nordeste. Meus avós vieram para tomar conta do sítio, sem saber eles que esse sítio era mal assombrado, pois ali havia se suicidado uma jovem por motivos desconhecidos.

A mesma havia se enforcado com uma corda. Pois bem, anos depois ela voltou para assombrar os moradores daquele sítio.

Na primeira noite minha mãe e meus avós dormiram no mesmo quarto e eles ouviram vozes e gritos bem altos. Meu avô não aguentou ficar ali e resolveu ir embora, porém minha avó não o fez e viveu no sítio por quatro anos com minha mãe e meus tios.

Durante este tempo eles ouviram vozes e gritos da menina e até hoje dizem que ela assombra o sítio e seus moradores.

E o curioso é que hoje minha mãe é amiga do irmão da moça que se matou lá.

Quem contou: Minha mãe, Jacqueline, de 32 anos

Contos de Assombração - DAVI

O Cabeça de Sirene

    O “Cabeça de Sirene” é uma criatura humanoide que mora em áreas rurais ou florestas. É muito grande, tem duas sirenes no lugar da cabeça e seus braços são muito longos chegando até o chão.

    Ele pode imitar qualquer som, normalmente sons de sirene, rádio, emergências e até mesmo vozes pedindo socorro.

    Ele atrai as pessoas com a sirene dele usando a voz das pessoas familiares. Como ele pode se misturar facilmente entre as árvores as pessoas nem o percebem. Assim ele realiza seu ataque brutal, apresentando todas as suas vozes muitas assustadoras.

    Quando você o escuta não tem como fugir. Se ele te vir nunca mais esquece enquanto não te pegar e matar.

    Essa lenda foi criada por um artista canadense chamado Trevor Henderson, que criou também o Cartoon Cat, ele é conhecido por criar personagens bizarros de terror para a internet.

Quem contou: Descobri na internet.

Indicação de Leitura do Pedro

Título -  O Grande Livro do Futebol

Autor – Mario Marinho

Editora – On Line Editora

Organização –  É um livro com várias historias

Tem ilustrações? – Sim. Fotografias coloridas e preto e branco

Tem um tema ou ensinamento?  Sim, sobre o esporte Futebol. 

Quais são os personagens principais: Jogadores de futebol.

Apresente um resumo do texto:

Li sobre varias coisas referente ao futebol, conta-se que na China de antes de Cristo praticava-se um esporte entre soldados que se divertiam chutando a cabeça devidamente decepada de inimigos vencidos. Mais tarde, já mais civilizados, os soldados teriam trocado as cabeças por uma bola recheada de penas. E esse novo esporte deu-se o nome de tsu-chu, que na língua dos chineses quer dizer, chutar a bola.

Você gostou ou não? Por quê?
Sim gostei muito.

Você recomendaria?

Sim eu recomendo o livro.

Contos de Assombração: ANA LAURA

O fantasma da cachorrinha

Uma mulher chamada Isabel tinha uma cachorrinha, a qual ela amava muito.  O marido de Isabel tinha muito ciúmes da cachorra e não gostava dela de jeito nenhum.

Um dia Isabel saiu e o marido aproveitou para matar a cachorrinha e esconder o corpo.

Quando a mulher chegou procurou a cachorra, por todos os cantos e perguntou para o marido, mas ele disse que não sabia onde ela estava.

Isabel, então chorou e desconfiada do que tinha ocorrido praguejou que se alguém tivesse matado a cachorra que o corpo dela voltasse para o seu assassino. 

Quando a madrugada chegou, começou um barulho, era a cachorra arranhando a porta da casa. O marido com medo não abriu a porta, e quando o dia clareou o corpo da cachorrinha morta estava lá. Isabel descobriu assim que o marido tinha matado a cachorrinha.

O marido apavorado enterrou novamente o corpo da cachorra no mesmo lugar, só que colocando mais terra, porém na noite seguinte aconteceu a mesma coisa.

Dizem que isso só parou de acontecer quando o marido realmente arrependido do que tinha feito pediu perdão.

Quem contou: Minha mãe, Zuleima, de 50 anos

Contos de Assombração - LEONARDO

Assombração da Madrugada

Quando minha mãe era criança, meu avô Augusto contou para ela essa história:

Um dia ele estava vindo do serviço na sua bicicleta pedalando quando de repente ele percebeu que ele pedalava, mas não saia do lugar, quando ele olhou para trás tinha algo que segurava a bicicleta, só que ele não via nada e continuava sem sair do lugar, ele largou a bicicleta e começou a correr.

Quem contou: Margarete, mãe, 46 anos.

Contos de Assombração - HENZO

A Loira do Banheiro

Minha avó me contou a história da loira do banheiro, e hoje fomos pesquisar a história. 

É sobre uma jovem loira que nasceu na mesma cidade que minha avó Guaratinguetá. O nome da jovem é Maria Augusta de Oliveira.

Segundo a lenda, para evocar o espírito dela você precisa: após chamar o nome dela três vezes em frente ao espelho, falar alguns palavrões e chutar a privada, então ela aparece. 

Uma observação: isso só funciona se for dentro de uma escola.

Contos de Assombração - MARIA EDUARDA

História de um taxista

Um dia um taxista estava parado no ponto e - já quase na hora dele ir embora - chegou uma senhora dizendo que precisava ir até o velório, pois o seu marido tinha falecido.

Quando chegaram ao velório, ela pediu que ele a esperasse. Depois de certo tempo, o motorista por fim entrou dentro do velório, pois a demora estava grande. 

Procurou pela mulher e não a encontrou no meio das outras pessoas que lá estavam, porém ao olhar no caixão levou um susto. Pois quem estava deitada lá era a senhora que lhe pediu para levá-la  até lá.

Quem contou: Minha mãe, Valéria, 45 anos.

Contos de Assombração - LÉO

Fantasma na foto

Era uma vez um topógrafo da Sabesp que foi fotografar um poço na cidade de Itaquaquecetuba. 

Sua filhinha tinha acabado de falecer e quando ele foi revelar a foto, ela apareceu na imagem.

Conto de Mistério - Gabriel I.

  O VILÃO MASCARADO             Um dia na cidade de Mogi das Cruzes surgiu um caso misterioso, uma doença que causava coceira até rasgar a...