Conto de Mistério - Arthur

 Uma mudança radical

Em meados de Janeiro de 2021, com centenas de mortes causadas pela COVID-19, médicos e cientistas estavam vendo uma sequência de casos de pessoas com corona vírus, porém com outros sintomas de outras doenças e pequenas deformidades físicas.

Depois em 2022 descobriram a primeira cura para o corona vírus no Brasil, eles começaram a testar a nova vacina em São Paulo, mais precisamente em Mogi das Cruzes, mas a vacina estava funcionando apenas com os novos infectados e não melhorava os sintomas que preexistentes causados pelo corona vírus.

Perceberam então, que o vírus sofreu uma mutação, no entanto poucas pessoas acreditavam nessa teoria, pois não acreditavam que uma doença mudaria o físico das pessoas.

As mudanças eram bolhas no corpo todo e dificuldade de mexer os membros por questão de segurança as pessoas eram isoladas então estavam desesperadas para tomar a vacina.

Finalmente em 2024 descobriram a verdadeira vacina para acabar com todas as mutações do corona vírus.

Conto de Mistério - Isabelly

Mosquito coloração

Uma cientista chamada Isabel trabalhava em um laboratório quando lá chegou um novo cara. Ele era bastante estranho, mas ela deixou isso para lá.

Em março de 2020, um mosquito surgiu na cidade de Mogi das Cruzes e as pessoas picadas por ele apresentavam sintomas estranhos. Fizeram os testes quando apareceu o primeiro infectado e perceberam que ele ficava alaranjado e enjoado.

Isabel pesquisou e achou uma possível cura, entregou ao laboratório que realizou o teste com algumas pessoas infectadas, mas não deu certo.

Depois de dois dias, Isabel teve que ir a sala do cientista novo e viu que a pasta dele estava aberta, percebeu uma folha com algo escrito, mas bem na hora que iria ler ele apareceu. Então ela pegou o que ela precisava, mas ficou pensando naquilo que viu.

No outro dia quando todos foram embora mexeu em tudo e achou o papel tirou uma foto foi para casa e leu mandou para os cientistas que mandaram para a polícia. Entre os escritos estava um documento que provava que seu plano era envenenar o chefe para que ele morresse e assim Claudson se tornasse o novo chefe.

Quando o Claudson foi preso ela foi até a cela dele para conversar e perguntou qual era esse tal veneno, mas ele não iria se entregar tão fácil então ela falou:

- Que tal uma proposta? Se você me falar, te tiro da cadeia!

Mas ele muito maldoso falou:

- Descubra você...

Ela foi embora foi ver como o paciente diagnosticado estava e descobriu que ele havia sido envenenado. Descobriram também que o veneno que o Claudson iria usar para matar o chefe era o veneno do mosquito, por isso a pessoa ficava laranja.

Em cerca de quatro meses Isabel descobriu o jeito de atrair o mosquito, através do odor de ratos mortos.

Após capturar um dos mosquitos jogaram água nele e ele morreu. Repetiram o processo com outros mosquitos e conseguiram assim eliminar o mosquito coloração.

 Para as pessoas infectadas pela doença Isabel precisava dos ratos mortos, cujo odor atraia o mosquito.             Quando a pessoa cheirava o rato morto saia uma larva do mosquito, pelo nariz e era possível mata-la e assim a pessoa se curava da pele alaranjada e do enjoo.

Enfim, foi assim que acabaram com a pandemia mundial.

Conto de Mistério - Jose

 O baú misterioso

Em 2.030 três adolescentes de Mogi das Cruzes, foram ao litoral de Bertioga e quando estavam na praia bem cedo, viram surgir diante de seus olhos, uma ilha misteriosa, que na época não era conhecida ou sequer aparecia nos mapas.

Uma lenda antiga contava sobre uma ilha antiga que desapareceu no mar e na qual ninguém sobreviveu para contar a história. A ilha simplesmente sumiu um dia sem deixar qualquer rastro.

A lenda também falava que nessa ilha existia um baú com muito ouro deixado por piratas, mas que esse tesouro era amaldiçoado, pois muitas pessoas morreram ao tentar levar o tesouro.

Quando viram a ilha, os adolescentes resolveram nadar até lá, já que ela estava bem próxima da costa e os três eram excelentes nadadores. Estavam muito empolgados com a ideia de encontrar o baú de ouro e assim ficarem ricos.

Os amigos não pensaram nos perigos que podiam encontrar e menos ainda no mistério principal que era da ilha aparecer e desaparecer no mar.

Chegaram exaustos na ilha, mas estavam tão ansiosos para encontrar o tesouro que mal descasaram e já saíram para procurá-lo.

A ilha não era muito grande, viram casas abandonadas e não encontraram ninguém, continuaram caminhando e bem no centro da aldeia abandonada encontraram o que parecia ser uma pequena igreja abandonada.

Ao entrarem na igreja logo viram um grande baú e empolgados tentaram arrastá-lo até a praia, mas ele era muito pesado, e mesmo com todos os esforços perceberam que não conseguiriam carregá-lo e menos ainda nadar de volta para o continente com ele.

Então tiveram a ideia de abri-lo e levar o tal tesouro aos poucos, ou quem sabe conseguir um barco emprestado para buscar o resto depois.

O problema é que não conseguiam abrir o baú, tentaram bater com uma grande pedra no fecho, mas ele sequer se mexeu. Arrumaram grandes pedaços de madeira para tentar alavancar a tampa e nada ... O baú parecia lacrado com chumbo.

Estavam quase desistindo, quando um dos amigos percebeu na lateral um pequeno círculo, dentro de outro círculo, dentro de outro círculo, parecia um quebra cabeça. Foi girando cada círculo até que se formou o desenho de uma caveira de pirata e o baú se abriu...

Mas, que decepção! Após toda poeira abaixar olharam dentro do baú e não havia nada!

Exaustos e desanimados empurraram o baú que inexplicavelmente tinha se tornado bem leve. Estavam sentados quando sentiram um grande tremor, e lembraram da lenda do desaparecimento da ilha, correram o mais rápido que puderam  de volta para a praia, e quando entraram no mar, nadando rapidamente para longe, viram a ilha “levantar”, olharam assustados e incrédulos, uma grande baleia estava embaixo da ilha que parecia colada ao seu dorso. A baleia então mergulhou arrastando a ilha para o fundo do mar.

Os amigos voltaram para a praia e resolveram não contar aquela história para ninguém, já que nem eles mesmos acreditavam que tudo aquilo havia acontecido.

Quando voltaram para casa, em Mogi das Cruzes, começaram a se sentirem estranhos, adoentados e um processo de mutação começou: nasceram pernas de aranha em alguns, a cabeça ficou parecida com um dinossauro em outros. Também apareceram asas ou os corpos ficaram parecidos com de tigres.

Isso se multiplicou pelo planeta trazendo sérios problemas para a Humanidade.

Por isso o baú permaneceu abandonado e escondido por muito tempo, naquela ilha para afastar essa maldição do mundo, mas a curiosidade dos adolescentes acabou prejudicando o mundo que foi dominado por monstros bizarros.

Conto de Mistério - Pedro

 O roubo da vacina

 Lá na China, no dia 20 de agosto de 2.021, os chineses finalmente descobriram uma vacina capaz de curar a COVID-19 e a notícia rapidamente se espalhou por todos os países do mundo.

A fórmula que os chineses inventaram causou muito ciúmes em várias governantes do mundo, principalmente nos Estados Unidos, Brasil e França que queriam descobrir a fórmula antes para vender por um alto preço para os outros países.

Logo depois de anunciarem a descoberta e dizer que enviaram a fórmula aos outros países, o avião que transportava os cientistas, a fórmula e as primeiras doses foi sequestrado, e todo seu conteúdo desapareceu.

Líderes do mundo inteiro começaram a se acusar: Estados Unidos culpava o presidente brasileiro, o Brasil culpava os franceses.

Os principais países suspeitos eram o Brasil, Estados Unidos e a França, já que esses três países tinham muito interesse em descobrir primeiro a vacina e lucrar muito com a venda da fórmula, e alegavam que estavam muito próximos de descobrir a cura.

Uma reunião de emergência foi marcada na ONU para tentar esclarecer quem havia roubado uma coisa tão importante para o mundo e que seria dada pela China para todos.

A reunião foi um verdadeiro show de horrores, já que os líderes desses três países se acusavam uns aos outros. Nada ficou solucionado. Não havia como provar quem era o culpado.

Após um mês o Brasil e os Estados Unidos anunciaram uma nova vacina que os cientistas dos dois países teriam descoberto num trabalho em conjunto.

Uma nova reunião foi marcada na ONU com urgência para anunciar a cura da COVID-19. E discutir a forma de dar acesso ao mundo a cura para uma doença que já havia matado milhares de pessoas no mundo inteiro.

Mas, para surpresa de todos a fórmula era exatamente igual a que havia sido roubada dos chineses.

Dessa forma, ficou provada a culpa dos presidentes desses dois países, porque quando a China desconfiou de um plano de roubo e com a ajuda da presidente da Alemanha, levou a verdadeira fórmula e os cientistas para um laboratório secreto, deixando no avião apenas dados falsos.

Os presidentes foram presos na ONU e a verdadeira vacina produzida em larga escala nesse um mês foi distribuída gratuitamente para todas as pessoas do mundo, inclusive no Brasil e nos Estados Unidos, já que a população não tem culpa sobre às más ações de seus governantes.

Conto de Mistério - Léo

Havaí

Alvin e seus irmãos Theodore e Simon eram esquilos muito especiais, opois eles conseguiam falar com humanos. Isso aconteceu após eles passarem por experiências no laboratório do doutor Ian.

No mesmo dia que aprenderam a falar. Misteriosamente sumiram as  três assistentes: Eleanor, Jeane e Terry, mas todos estavam tão felizes com os esquilos falantes que mal perceberam o sumiço das moças.

Os irmãos aprenderam a cantar e faziam várias viagens pelo mundo. Foram para os Estados Unidos, França, Canadá.

Quando estavam no Havaí o monstro da selva os infectou com o Vírus Crépper. Era no início da década 1980 e o mundo estava começando a usar a internet.

A notícia logo se espalhou e eles perceberam que precisavam de ajuda, logo pensaram nas assistentes, foi ai que deram conta que elas haviam sumido do laboratório.

O Vírus Crépper se espalha cada vez mais rápido e Alvin e os seus irmãos já estavam sem esperança.

Quando as assistentes surgem e confessam que elas criaram o vírus para acabar com Alvin e os esquilos.

Conto de Mistério - Ana Clara

 Nem sempre um "desculpa" é verdadeiro


13 de Agosto de 2.030

 Querido Diário,

Hoje faz um ano que minha mãe faleceu por um vírus desconhecido. Tenho investigado esse vírus há anos, sou virologista, mas ainda não tive nenhum sucesso, meu pai também faleceu no mesmo dia que minha mãe infelizmente.

Meu pai era investigador e desde pequena me levava junto com ele então conheço muito bem armas e sou ótima em desvendar mistérios de assassinatos.

Desde que meus pais morreram ando investigando e tenho três suspeitos:

O primeiro marido da minha mãe Carlos - que trabalhava como virologista.

Minha meia-irmã, Sthefany que odiava meu pai e poderia ter matado minha mãe para ela não contar nada a ninguém e como era filha do Carlos o primeiro marido da minha mãe poderia ter aprendido a mexer com Vírus.

E minha avó paterna Tereza que odiava meu pai porque casou com minha mãe que era filha da maior inimiga dela. Além disso, minha avó também não tinha um bom histórico por ser uma líder de uma das maiores gangues de Mogi das Cruzes.

Jéssica.

 30 de Agosto de 2.030

Querido Diário,

Comecei a investigar os suspeitos começando pelo Carlos. Hoje fui até a casa dele de carro, que tomei o cuidado de estacionar duas ruas abaixo.

Ele agora trabalha como mecânico ele fica bastante tempo fora. Consegui invadir a casa sem deixar nenhum rastro.

Vi sobre a mesa do escritório dele uma pequena foto daquelas antigas, quando peguei a foto e olhei algo de estranho aconteceu fui parar no momento daquela foto: a visão me levou para aquele exato momento do passado: e vi o Carlos com minha mãe perto de uma lanchonete. Uma visão tão vívida e real que parecia que poderia tocá-los. Comecei a acreditar que realmente fosse ele o culpado porque há mais ou menos trezentos metros dali era a nossa antiga casa.

Esse momento nebuloso dissipou-se e voltei para o momento que estava na casa dele quando ouvi um barulho na porta.

Escondi-me debaixo da cama. Quando ele entrou estava falando no telefone acho que com algum advogado, ouvi trechos da conversa em que ele dizia que não poderia falar que o real motivo da morte dos pais foi “ela”.

Lembrei-me da minha meia-irmã Sthefany e que no dia da morte dos meus pais ela foi visitá-los.

Quando ele foi tomar banho eu pulei da janela e fui embora.

Aquela visão ainda me perturba, serão meus pais querendo me levar ao caminho do verdadeiro assassino?

                                                       Jéssica.

6 de Setembro de 2.030

Querido Diário,

Hoje fui até o apartamento de Sthefany, que está em uma turnê musical fora da cidade. Encontrei seu diário dela comecei a ler.

Em uma das páginas ela estava falando que realmente não sabia o porquê do pai dela tinha escolhido manter em segredo sobre a real assassina. 

Descrevia também sua prisão, os horrores e o medo que passou, mesmo sabendo-se inocente. Aliás, a falta de provas de seu envolvimento tinha garantido sua soltura, mas ainda continuava suspeita de um crime que não cometeu.

Mas se não foi ela, nem meu padrasto só restava uma suspeita agora.

Antes de sair derrubei uma pequena sineta e aquele som novamente me arrastou ao passado: vi nitidamente uma grande discussão entre meus pais e Sthefany o que causou sua saída de casa. Quando virei para trás olhei para o rosto de minha avó com um sorriso amargo e cheio de rancor, aquela era sua neta preferida…

Jéssica.

9 de Setembro de 2.030

Querido Diário,

As visões estão ficando cada vez mais fortes, ás vezes penso que estou enlouquecendo, mas em outras tenho a sensação de que meus falecidos pais querem me dizer alguma coisa. Algo que revele o verdadeiro culpado.

                                                          Jéssica.

11 de Setembro de 2.030

Querido Diário,

Hoje dei inicio a parte mais difícil de minhas investigações. Minha avó. Ela sempre fica em casa, então resolvi falar com umas pessoas da gangue dela. Um dos braços direitos dela é meu grande amigo Rafael.

No começo ele me disse para esquecer a história, que talvez eu me machuque mais com a verdade, mas diante de minha insistência, garantiu que minha avó era realmente muito cruel, mas incapaz de cometer um ato desses com seu único filho.

Cada vez que me aproximo de meus suspeitos iniciais, parece que mais distante fico da verdade, um a um provam mais sua inocência do que sua culpa.

Continuo tendo lapsos de visões e isso me enlouquece cada vez mais, preciso descobrir a verdade, custe o que custar.

Jéssica.

15 de Setembro de 2.030

Querido Diário,

Consegui entrar na casa de minha avó, não sei porque demorei tanto, afinal sou sua neta e é normal uma neta visitar sua avó.

Encontrei no velho carro uma foto e de novo fui parar naquele momento da foto era de um almoço na casa da minha avó no dia do assassinato.

Lembrei-me de uma briga muito grande com eles porque eles não me deixaram ir a uma festa.

Todos nós fomos para casa, minha irmã Sthefany veio visita-los, e já era tarde quando o pai dela Carlos veio busca-la.

Todos os suspeitos tiveram contato com meus pais naquele dia!

A noite quando todos tinham ido embora, e eu estava fazendo um trabalho da faculdade onde nós teríamos que inventar um vírus, não que matasse alguém, mas que cura-se a gripe estava quase terminando, mas lembrei-me que um amigo da faculdade me deu uma fórmula, de um vírus que matava de forma dolorosa.

Então...

Eu coloquei aquela fórmula no copo de vinho dos meus pais, e desci com os copos pedindo desculpas. Eles claro aceitaram, e beberam. Um tempo depois começaram a morrer de forma excruciante.

Lembrei então que fugi para um hotel e dormi lá.

Agora tudo está claro, tudo que foi escondido na minha mente e que retornava em pequenos fragmentos, pequenas lembranças.

 Decidi não me entregar e aceitar meu destino porque sabia que aquele era o meu real futuro. Seguirei com a vida de criminosa, e assim finalizo meu diário sendo agora, a maior serial killer do Brasil.

 

Jéssica.

Conto de Mistério - Leonardo

 Zumbilândia

Nós estávamos jogando videogame, eu e meu amigo Lukas quando de repente ouvimos um som estranho.

- Bruhh, Bruhh ...

Escutamos batidas na porta e ficamos assustados, rapidamente trancamos a porta, mas bateram na janela e a quebraram entrando em casa.

Lukas disse:

- ZUMBIS!

Nós pulamos a janela do quarto e corremos para longe de casa e vimos mais zumbis. Fomos até o centro da cidade e não tinha nada tudo abandonado sem pessoas parecia bem deserto, e sem zumbis achei pavoroso e eu falei:

- Temos que pegar recursos!

Como estava tranquilo sem zumbis resolvemos ir para o shopping de Mogi das Cruzes para pegar roupas e cobertores, com a esperança que não tivessem saqueado ainda. Chegando lá vimos que não tinham saqueado e ficamos felizes.

Mas, então nós nos separamos para buscar as coisas e marcamos um ponto de encontro na praça de alimentação do shopping. O Lukas foi até a loja de cobertores e eu fui até a loja de roupas pegar blusas e calças, pois estava ficando frio e não pegamos nada quando saímos de casa, peguei as coisas e caminhei até o ponto de encontro.

No caminho de volta até o ponto de encontro passei em frente o Mc Donald´s e vi o Enzo pegando sanduíches. Fiquei muito feliz, pois tinha encontrado mais um amigo meu que sobreviveu.

Fui até ele, que estava muito assustado contei para ele que fiquei jogando com o Lukas e não tivemos nenhuma notícia do que estava acontecendo,  ele disse que estava pegando comida e ia para um abrigo  que ajudava sobreviventes, então fomos até o ponto de encontro  para encontrar o Lukas e ir para o abrigo.

Chegamos à praça de alimentação ficamos esperando o Lukas, mas ele não chegava então fomos procura-lo. Fomos até a loja que ele disse que iria, mas ele não estava lá. Andamos o shopping inteiro, mas não o encontramos.

De repente começaram a aparecer vários zumbis vindos em nossa direção eu e o Enzo corremos até uma loja de artigos esportivos e pegamos dois tacos de baseball então começamos a lutar contra os zumbis.

Foi muito assustador, pois só tinha lutado contra zumbis nos videogames e nunca na vida real.

Finalmente conseguimos despistar os zumbis e conseguimos sair do shopping e vimos que tinha dois skates no estacionamento do shopping o Enzo disse que o abrigo não era muito longe era perto da avenida  dos  bancos.

Pegamos os skates e fomos para lá ficamos tranquilos, pois as ruas estavam desertas. Quando chegamos encontramos alguns sobreviventes, umas treze pessoas. Estava anoitecendo já, eu estava muito preocupado por não ter encontrado o Lukas, mas o Enzo me disse para não pensar no pior e que no dia seguinte iriamos procurar ele, fui fazer uns curativos, pois meus joelhos estavam machucados por causa da fuga pela janela e fui tentar dormir.

No dia seguinte acordei assustado com uns barulhos eram as pessoas arrumando as coisas para ir procurar mais sobreviventes, levantei rápido. O Enzo já estava pronto. Comi um sanduiche que tinha sobrado e fomos a procura, procuramos por toda Mogi das Cruzes, mas não encontramos muitos sobreviventes e não encontramos Lukas.

Um dos lideres do grupo disse que havia outro abrigo em Suzano que era maior e tinha mais pessoas ele disse que seria bom irmos para lá, pois era mais seguro.

Pegamos um ônibus abandonado, alimentos e algumas armas e fomos para lá é difícil  manter as forças, mas tenho a esperança de encontrar o Lukas, tivemos a notícia de que a pandemia se alastrou pelo mundo todo, por enquanto vamos  ficar em Suzano para procurar o Lukas.

Vejo pela janela do ônibus a devastação da cidade, e alguns zumbis perambulando pela estrada. No ônibus às vezes avistamos um ou outro sobrevivente e paramos para ajuda-lo, na esperança de que alguém ajude meu grande amigo também.

PEQUENO POLEGAR - Charles Perrault

 PEQUENO POLEGAR

Charles Perrault

Ilustrações: Gustave Doré

Era uma vez um casal de lenhadores muito, muito pobres, com sete filhos pequenos. Um deles, o caçula, era magro e fraco, mas esperto e inteligente; era conhecido como Polegar, por ser muito pequeno ao nascer.

Naquele ano difícil, faltava tudo, praticamente não havia o que comer.

Os dois lenhadores, desesperados com tanta miséria e tantas bocas para alimentar, encontraram uma triste solução: iriam se livrar dos sete filhos esfomeados.

Enquanto os filhos dormiam, pai e mãe planejaram como agiriam para abandonar as crianças.

— Vamos levar as crianças para a floresta — disse o lenhador.

— Lá, enquanto juntam lenha, nós as abandonaremos e fugiremos sem que percebam.

Quando o pai pronunciou a última palavra, seus olhos e os de sua esposa estavam cheios de lágrimas.

— Coitadinhos dos meus filhos — disse a mãe, soluçando. — Ficarão sozinhos, sentindo frio, fome e medo das feras do mato…

— Prefere, então, que morram de fome aqui mesmo conosco, sob nossas vistas? — perguntou o pai, também chorando.

Não havia solução. As crianças morreriam, em casa ou na floresta. Então, era melhor que fosse longe, para os pais sofrerem menos. Combinaram o que fariam no dia seguinte e foram dormir.

Pela manhã, o casal chamou os filhos e foram todos para a floresta. Enquanto as crianças estavam ocupadas em apanhar bastante lenha, os pais foram se afastando, afastando, até ficarem bem longe.

Quando os sete irmãos perceberam que estavam sozinhos, os seis maiores começaram a chorar. Mas Polegar não desanimou. Encorajou os irmãos propondo que, juntos, procurassem o caminho de casa.

Começaram a caminhar pela floresta, mas, infelizmente, quanto mais caminhavam, parecia que estavam mais perdidos e não sabiam que rumo seguir.

Chegou a noite, começou a chover e a fazer muito frio; ao longe, os lobos uivavam. Os seis pequenos estavam desesperados, amedrontados e desanimados.

Mas Polegar, sempre muito ativo, subiu em uma grande árvore e, lá do alto, viu uma luz brilhar ao longe. Imaginou que seria a luz de uma casa.

Sem hesitar, o garoto desceu da árvore e, guiando os irmãos, começou a andar na direção daquela luzinha distante.

Andaram e andaram, até chegar a uma casa imensa e assustadora.


Polegarzinho bateu à porta e uma mulher veio abrir.

— Quem são vocês, crianças, e o que querem?

— Estamos perdidos na mata. Tenha pena de nós, minha senhora. Estamos com fome e precisamos de um lugar para dormir. Poderia nos abrigar?

— Coitados! Vocês estão sem sorte. Esta é a casa de meu marido, o Gigante, verdadeiro devorador de criancinhas.

Polegar logo respondeu, sem demonstrar medo:

— Se ficarmos na mata, com certeza seremos devorados pelos lobos. Então, já que estamos aqui, preferimos ser devorados pelo Gigante. Aliás, quem sabe ele não se comoverá e nos deixará viver? Já com os lobos, não haverá conversa alguma.

A mulher do Gigante tinha coração mole e se deixou convencer: permitiu que os sete irmãos entrassem. Mal tinham acabado de entrar, ouviram fortes golpes na porta: era o Gigante que regressava!

A mulher escondeu as crianças embaixo do armário e correu para abrir a porta. O Gigante entrou. Era um ser enorme, de aspecto horrível. Logo que passou pela porta, começou a farejar de um lado e de outro, desconfiado, cheirando com prazer e apetite:

— Cozida ou ensopada. Aqui tem cheiro de deliciosa criançada!

Dizia isso e lambia os beiços.

— Imagine, nada disso! É o cheiro da janta — disse a esposa, tremendo de pavor.

Mas o Gigante não se deixava enganar, pois conhecia bem demais o cheiro da carne humana.

— Assadinhas ou fritinhas. Aqui tem o cheiro de criancinhas!

E lambia os beiços.

Guiando-se pelo faro, foi em direção ao armário e, com as enormes mãos, arrancou de lá os sete irmãos, um por um, mais mortos do que vivos pelo medo.

— Muito bem! Aqui tem uma ótima refeição para amanhã. E começou a afiar o facão. Já tinha agarrado o pescoço do irmão mais velho quando a mulher falou:

— Por que você quer matá-los nesta noite? A janta já está pronta!

— Tem razão, minha velha — resmungou o Gigante. É melhor economizar, portanto deixá-los-ei para amanhã, é melhor que descansem um pouco. A mulher do Gigante suspirou aliviada.

Levou as crianças para dormir no quarto em que estavam suas sete filhas, sete meninas muito feias e cruéis, como o pai. Assim, dormiriam em uma larga cama as sete garotinhas. E em uma cama igual, ao lado, os sete irmãozinhos.

Polegar reparou que as filhas do Gigante usavam suas coroas de ouro mesmo enquanto dormiam.

Receando que o malvado mudasse de ideia e decidisse matá-los naquela mesma noite, o pequeno pegou seu gorrinho e os de seus irmãos e os colocou com cuidado na cabeça das garotas adormecidas, após tirar as coroazinhas de ouro, que colocou na sua cabeça e na dos queridos irmãos.

Estava feita a troca.

A certa altura o Gigante acordou, arrependido por ter adiado a matança. Agarrou o facão e foi ao quarto das filhas, no escuro. Tateando, aproximou-se da cama em que dormiam os sete irmãos.

Polegar sentiu a enorme mão do Gigante tocar em seus cabelos e na coroazinha e, em seguida, o horroroso exclamou:

— Meu Deus! O que estava para fazer? Por pouco quase degolei minhas próprias filhotas!

Aproximou-se da outra cama, estendeu a mão, sentiu os gorrinhos de lã rústica e riu. E, sem dó, cortou de uma vez só as sete gargantas. Depois voltou para a cama, continuando o sono interrompido.

Bastaram alguns minutos, e já estava roncando forte. Com muito cuidado, o pequeno Polegar acordou os irmãos e contou-lhes o que acontecera. Falou da troca dos gorros com as coroas para enganar o Gigante, e concluiu:

— Devemos fugir imediatamente, antes que seja tarde!

Silenciosamente, os coitadinhos saíram daquela casa e foram para a floresta. Andaram a noite toda, sem saber bem para onde ir.

Caminhavam rapidamente, para escapar da fúria do terrível Gigante. Na manhã seguinte o Gigante acordou e, antes de mais nada, foi pegar suas vítimas para cozinhá-las. Imaginem só como ficou, ao perceber que havia degolado suas amadas filhinhas e que os sete guris tinham desaparecido!

Cego de raiva, calçou suas botas mágicas, que a cada passo alcançavam sete léguas, e partiu para a perseguição. Dali a pouco já estava bem próximo dos fugitivos. Polegarzinho, sempre alerta, viu que ele estava chegando e, sem perder a calma, mandou os irmãos se esconderem em uma caverna ali pertinho.

E lá vinha o Gigante, cada vez mais perto dos indefesos meninos. Andara muito, e já começava a se cansar. Precisou, então, parar e resolveu dar uma cochiladinha.

E sabem onde? Bem na frente da caverna em que estavam escondidos os irmãos.


Polegar pensou rápido e, aproveitando o sono do inimigo, mandou os outros seis fugirem. Depois, aproximou-se do Gigante e, com muito cuidado para não acordar o guloso, descalçou-lhe as botas mágicas.

Eram imensos, aqueles calçados do Gigante, mas por serem mágicos logo se ajustaram aos pés pequenininhos do novo dono.

— Agora sim! — disse decidido.— Andarei pelo mundo até encontrar um modo de melhorar nossas vidas.

Partiu, calçado com as botas que, a cada passo, percorriam sete léguas. Andou muito, muito mesmo, mais que o próprio Gigante. Após algumas horas, chegou a um reino distante, que estava em guerra.

Logo soube que o rei dali recompensaria com uma fortuna a pessoa que lhe trouxesse qualquer informação sobre as tropas e as batalhas.

Esperto como era, Polegar foi para a região do combate, auxiliado pelas botas velozes. Quando retornou, levou excelentes informações para o rei que, muito satisfeito, pagou-lhe o combinado. E ainda lhe deu mais algumas centenas de moedas.

No dia seguinte, Polegarzinho, calçou de novo as botas mágicas e, em um piscar de olhos, alcançou a cabana dos pais, onde foi acolhido com enorme alegria por todos, inclusive pelos seus irmãos, que tinham conseguido voltar.

Assim, graças ao pequeno e inteligente Polegar, todos viveram felizes desde aquele dia, com muita fartura.



Charles Perrault (1628 – 1703) foi um escritor e poeta francês do século XVII, que estabeleceu as bases para um novo gênero literário, o conto de fadas, além de ter sido o primeiro a dar acabamento literário a esse tipo de literatura, o que lhe conferiu o título de "Pai da Literatura Infantil". As suas histórias mais conhecidas são: Chapeuzinho VermelhoA Bela AdormecidaO Gato de BotasCinderellaBarba AzulO Pequeno Polegar. Contemporâneo de Jean de La Fontaine, Perrault também foi advogado e exerceu algumas atividades como superintendente do Rei Luís XIV de França. A maioria de suas histórias ainda hoje são editadas, traduzidas e distribuídas em diversos meios de comunicação, e adaptadas para várias formas de expressões, como o teatro, o cinema e a televisão, tanto em formato de animação como de ação viva.


Luiggi - Vídeo Contos de Assombração e Mistério

TRABALHO DE PORTUGUÊS E ARTES: Que tal transformar para outra linguagem? Escolha  um Conto de Mistério (pode ser o que já lemos ou outro que você gostar) ou de Assombração e transforme em um vídeo. Use sua criatividade, use bonequinhos, desenhos na folha ou peça ajuda da família para atuar.



Conto de Mistério - Lucas

 O Vírus-Víntero 

Após 2.030, estava ocorrendo uma epidemia muito forte, de um vírus até então desconhecido, que foi chamado vírus-víntero.

Ele tem uma até uma história de quando aconteceu e quando acabou, e é isso que você vai saber agora.

Dois amigos estavam conversando sobre uma notícia de dois cientistas que estavam criando a cura para a calvície, mas eles acabaram fazendo uma besteira:

- Amigo você viu a notícia daqueles cientistas?

- Eu vi eles deveriam ter prestado mais atenção - respondeu o amigo.

Todos estavam comentando sobre a notícia. Você imagina qual a besteira que eles fizeram? Criaram o vírus-víntero, o caso do ano.

Esse vírus que se espalhava através do contato, causava no inicio sintomas como o de um resfriado comum, mas então febre piorava e apareciam bolhas pelo corpo parecidas com a da catapora e finalmente o enfraquecimento do coração, isso tornava o vírus altamente letal, muitas pessoas morriam após um período de doze meses.

Com isso a população começou a se apavorar, e muitas alardeavam que poderia ser a extinção total da raça humana.

Foi então estabelecida uma quarentena com fechamento total de todos os comércios, escolas e empresas, funcionando apenas os serviços essenciais de saúde: hospitais, ambulâncias, bombeiros e policiais.

Ninguém podia sair às ruas a não ser que fosse casos de emergências. Quem saia as ruas sem motivo era logo contagiado pelo Vírus.

Quem precisava sair de casa precisava usar uma super-máscara de proteção, que cobria todo o rosto.

Roupas e sapatos também precisavam ser esterilizados, assim como qualquer produto que chegasse à casa das pessoas.

Os governantes do mundo todo começaram a morrer.

Os meses foram se passando e tudo foi piorando, os comércios e muitas indústrias faliram e fecharam as portas causando desemprego em massa.

Mas, as pessoas do mundo inteiro estavam com muito medo e era comum nas cidades comentários sobre o número de mortes, como por exemplo, na cidade mais afetada, Mogi das Cruzes, onde pela internet as pessoas conversavam e diziam coisas como:

- Vamos todos morrer, já são mais de dois mil casos, socorro!

Eram muitos pedidos de ajuda, os hospitais já não tinham mais espaço.

Mas, ocorreu um fato que mudou os rumos da história. Lembram-se dos amigos do inicio dessa história? Pois, eles eram imunes, e foi através do sangue deles que os cientistas conseguiram descobrir um soro.

Porém, havia um problema porque os cientistas tinham que pegar todo sangue deles, e por falta de sangue eles morreram, mas eles sempre foram conhecidos como heróis da humanidade.

Ah, e os cientistas que criaram os vírus? Eles tiveram problemas com a polícia.

Conto de Mistério - Gustavo Y.

 Epidemia do azulzinho 

Em março de 2.020, na cidade de Mogi das Cruzes, uma moça chamada Lorena, andava pela Praça do Rosário, no centro da cidade, quando avistou no jardim várias flores azuis, lindas e muito diferentes. Ela então pegou uma flor e a levou para casa.

Mais tarde quando se viu no espelho, ficou aterrorizada, sua pele toda estava azulada. Ela, então correu para o hospital, mas ao chegar percebeu que outras pessoas também tinham o mesmo caso: estavam azuis.

Em pouco tempo na cidade a doença foi se espalhando e muitos estavam da mesma cor.

Tiveram que ficar isolados em um acampamento, pois poderia ser contagioso, fora que algumas pessoas zombavam e tinham medo.

Descobriu-se que uma substância nessas flores era a causadora dos sintomas das pessoas azuis. Vários cientistas começaram a estudar a planta e em um mês conseguiram criar uma vacina que possibilitava que as pessoas voltassem ao normal.

As flores foram descartadas de todas as praças e tudo voltou ao normal.

Mas, será que não existem mais plantas por aí, que deixam as pessoas azuis? Isso ninguém sabe!

Conto de Mistério - Gabriel H.

O HACKER

Em uma cidade chamada Mogi das Cruzes, de tardezinha, quase anoitecendo estava passando um noticiário, pessoas assistiam normalmente até que a tela da fica preta, e uma voz aparece dizendo:

- Vocês ai, acham que está tudo normal? Há, há, há, eu estarei espalhando pelo ar do mundo inteiro uma toxina, o único jeito de impedir essa catástrofe, é me dando um milhão de dólares.  Vocês têm vinte e quatro horas, o cronômetro começa agora! Há, há, há!

As pessoas acharam que era apenas uma brincadeira de mal gosto de alguém, mas não era.

As autoridades locais tentaram descobrir quem era aquela pessoa, mas nada, então teve outra invasão, dessa vez em um canal infantil:

- Tic, tac, o relógio está passando, tragam me o dinheiro na Rua São Luis, em frente a casa 172, vocês tem apenas vinte horas restantes, há, há, há.

Dessa vez as autoridades tinham uma pista de onde o hacker podia estar. Eles deixaram uma maleta sem nada dentro e algum mascarado foi lá, os policias logo o algemaram, mas o mascarado já tinha um plano.  Para isso, ele apertou um botão de um controle e um gás verde se espalhou pelo ar.

O mascarado se revelou. Debaixo do capuz havia um humano com um braço robô. As autoridades começaram a tossir e sufocar enquanto o responsável por isso ria e gargalhava, enquanto dizia:

- Há, há, há, eu ganhei! Há, há, há, eu avisei! Vocês quiseram me ludibriar, mas não funcionou! Há, há, há!

Mas ai (do nada) a nuvem sumiu, outra pessoa surgiu das sombras, e falou:

- Você ainda não ganhou! Eu irei salvar a todos, ou melhor, já salvei.

Todos estavam confusos, até o hacker, assim o hacker murmurou:

- Quem é você? Como sabia do controle? Isso não é justo!

- Sabe o que não é justo? - exclamou o misterioso - não é justo você ameaçar todos dessa cidade pra ganhar dinheiro! Você está preso!

- Eu vou voltar! - exclamou o hacker - e vou voltar ainda mais poderoso!

Depois de alguns meses, alguém ajudou o hacker a fugir e mais uma invasão aconteceu:

- Dessa vez não irei pedir só irei começar tudo! Há, há, há!

Assim ele libera um tipo de vírus, no início não estava acontecendo nada então o hacker foi preso, mais depois de três dias milhares de pessoas começaram a ficar doentes e tossir e tossir, ninguém sabia o que era aquilo, algumas pessoas que nem ligaram acharam que era somente uma gripe, mas isso é o que achavam, assim milhares de pessoas começaram a morrer, a doença foi se espalhando, muitos cientistas estavam preocupados com tudo aquilo, mas também estavam determinados a descobrir a cura, depois de um mês estavam testando uma vacina em centenas de pessoas, o jornal local já estava falando de uma queda de mortes, mas um aumento de casos, a vacina que os cientistas produziram só funcionava para pessoas com maior sistema imunológico. Então aquela cura só serviria pra algumas pessoas.

Já em desespero, os cientistas tentaram criar anticorpos sintéticos, depois de testar os anticorpos, estava dando na mesma coisa da vacina, somente pessoas com melhor sistema imunológico eram afetadas.

Os cientistas estavam fazendo algo de errado, mas não sabiam o que. Os médicos estavam fazendo seu trabalho, mas poucos pacientes eram curados, (somente os que eram mais resistentes à doença) depois de exatos quatro meses, descobriram outros anticorpos, e já foram logo testar, enquanto isso o hacker estava enlouquecendo na prisão:

- Há, há, há, eu venci! Há, há, há, há, há, há!

Os anticorpos que os cientistas produziram não funcionaram.

 Mas, depois de mais seis meses, ele descobriram outro anticorpo, e dessa vez ele funcionou, os cientistas deram as curas para milhões de hospitais no mundo todo, e assim o vírus foi totalmente erradicado da humanidade.

O hacker apodreceu na prisão, cada vez mais louco.

Conto de Mistério - Heloísa

 A BOLHA DA IGNORÂNCIA

Em 2.030, uma nova doença apareceu depois da última pandemia de 2.020, os seres humanos ainda mal tinham se recuperado das perdas e tragédias ocasionadas pela Covid-19, quando pessoas começaram a manifestar sintomas estranhos, como: bolhas d´água no corpo, cabelo flutuando e o sintoma mais esquisito o afinamento da voz em tal grau que alguns não conseguiam quase falar.

A doença tinha um alto nível de fatalidade depois de alguns meses as pessoas morriam devido ao grande número de infecções nas bolhas do corpo, que estouravam e causavam feridas horrendas.

A doença ficou popularmente conhecida como Bolha-vírus, pois esse era um dos primeiros sintomas a aparecer. Ela era altamente transmissível pelo ar, toque e cabelo.

Como sempre a história se repetia: no começo da pandemia as pessoas não acreditavam que era tão grave assim e isso levou a contaminação de muitas pessoas rapidamente. A primeira médica alertar as autoridades foi desacreditada. O próprio presidente da época dizia que era um alarde sem sentido e que a doença não era tão forte como diziam, era apenas mais uma “gripezinha”.

Uma das cidades mais afetadas e onde apareceu o primeiro caso, foi Mogi das Cruzes, a cidade de população de aproximadamente quatrocentos mil habitantes, já tinha mais de vinte e três mil casos de infectados e 572 mortes.

Os hospitais estavam um verdadeiro caos, já não havia mais espaço para tantos doentes e já não havia mais espaços para tantos doentes.

As autoridades foram em busca da primeira pessoa que pegou o vírus, o primeiro a se infectar e descobrir como ele pegou o vírus.

Ele disse que pegou o vírus da seguinte forma: ele queria investigar os locais fechados por muitos anos e fotografar esses lugares e em um cinema abandonado por vinte décadas. Ele tinha certeza que pegou nesse cinema porque foi o último lugar que ele visitou.

Infectologistas foram até o local e coletaram o material suficiente para encontrar a cura através da vacinação em massa da população mundial.

Mas, mesmo com todas essas mortes, existiam pessoas que não queriam tomar a vacina. Essas pessoas eram as pessoas que saiam na rua sem mascara, faziam aglomerações, festas e principalmente as pessoas que apoiavam o presidente.

Essas pessoas faziam aglomeração e sempre que o presidente saia faziam aglomerações, tocavam-se e não se cuidavam.

Por sua vez, o presidente em vez incentivar as pessoas ficarem em casa fazia totalmente ao contrário: ele mesmo fazia aglomerações, sem falar quando ele tinha algum cabelo arrepiado.

Um dia o jogo virou o presidente pegou o bolha-vírus, e depois de muito sofrimento e dor durante seis meses, conseguiu se curar.

Os conflitos duraram mais ou menos cinco meses, as ruas estavam lotadas de pessoas. Shoppings estavam abrindo e várias pessoas estavam indo. Muita gente não se importava.

Depois de toda a parte ruim de uma história vem a parte boa e nesse caso a parte da cura. Finalmente, após meses procurando, os cientistas acharam a vacina e todos tomaram inclusive aquelas pessoas que não queria tomar.

Várias pessoas falaram que essa pandemia e a Covid-19 em 2020 foram para a população mundial aprender que se eles forem vivos e aparecer outra pandemia, eles já sabem como se cuidar.

Nota de esclarecimento: Nós estamos passando por um momento muito difícil, varias famílias já perderam seus familiares, e nós não queremos ser a próxima vítima da Covid-19, então se possível fique em casa, e se for necessário sair use máscara.

Conto de Mistério - Alex

 FELIZ, MAS NEM TANTO

Alex era um menino muito alegre. Desde pequeno adorava alegrar as pessoas, mas nem sempre foi assim, pois infelizmente Alex não tinha talento para isso. Ele nasceu na cidade de Mogi das Cruzes.

Em uma segunda-feira Alex foi para casa com seu amigo Arthur. Arthur era o melhor amigo de Alex e sempre estava ao lado dele em todos os momentos, principalmente nos momentos mais difíceis. Naquela semana a professora anunciou que haveria um show de talentos e Alex empolgado disse a Arthur:

- Não vejo a hora de apresentar meu número!

Arthur sempre foi muito sincero com Alex e disse para ele que ele não era engraçado. Mesmo assim Alex foi para casa ensaiar vários números seu pai e sua mãe lhe disseram:

- Meu filho que perda de tempo! Você não nasceu pra isso e zombarão de você.

Alex muito revoltado foi para o quarto e prometeu para ele mesmo custasse o que custasse ele ganharia o concurso.

Finalmente chegou o grande dia, a escola estava cheia para assistir as apresentações, os concorrentes pareciam muito bons.

Enfim chegou a vez de Alex que contou sua primeira piada:

- O que é um pontinho branco no campo de futebol? O Arroznaldinho...

Todos começaram a vaia-lo, e ele sem se importar continuou até que de repente foi atingido por ovos. Alex foi para casa muito triste, mas prometeu si mesmo que não iria desistir.

Passaram-se seis anos, Alex e Arthur foram para a faculdade. Alex já estava desistindo de seu sonho sendo sempre humilhado por que não tinha talento e nem apoio. Resolveu então estudar Ciências com seu amigo Arthur.

Na faculdade conheceu um professor muito diferente. Ele andava muito triste e deprimido e só saía de casa para ir à faculdade.

Em uma das aulas Alex teve a ideia de começar um projeto e disse para Arthur:

- Eu não vou desistir, vou inventar um spray para os outros rirem das minhas apresentações.

Arthur vendo que o amigo já havia sofrido anos e anos com tantas apresentações ruins resolveu ajudar seu amigo nesse experimento.

O professor começou a perceber que os amigos estavam trabalhando em alguma coisa diferente no laboratório e resolveu perguntar:

- O que meus melhores alunos estão planejando?

Alex rapidamente respondeu:

- Não estamos fazendo nada.

Terminando a aula eles foram para casa. E Arthur ficou pensando na ideia de Alex e resolveu ligar para o professor. O professor escutando tudo que Arthur havia dito resolveu então ajudar Alex com a fórmula.

Na aula seguinte quando todos estavam indo embora o professor disse:

- Alex fiquei sabendo da sua ideia e que você apresentará vários números legais.

Então Alex chateado disse que não estava indo nada bem com suas apresentações então o professor fez uma proposta:

- Tenho trabalhado em várias fórmulas diferentes. Gostaria que você me ajudasse, estou trabalhando em um spray para as pessoas com depressão, mas ainda está precisando ser testado. Vamos fazer assim você faz uma apresentação na praça, eu levarei o spray e no momento da apresentação eu borrifarei na plateia como se fosse parte show.

Alex adorou a ideia e marcou a data da apresentação.

Chegou o grande dia e a praça estava cheia.

Alex subiu em um caixote e começou a contar suas piadas enquanto o professor e seu amigo Arthur começaram a apertar o spray sobre a plateia.

Quando Alex mal tinha terminado já se escutava uma gargalhada:

- Há, há, há, há, há, há!

Em seguida outra e outra e outra. A praça toda estava rindo sem parar. Alex se encheu de alegria e mal acreditava no que estava vendo. Terminado o show e todos foram para casa, o spray foi um sucesso, mas... por pouco tempo.

A mãe de Alex era enfermeira e trabalhava na Santa Casa de Mogi das Cruzes. Ela estava no horário de almoço quando viu seus colegas de trabalho comentando sobre uma paciente que chegou ao pronto socorro com surto de riso. A paciente não conseguia se controlar e precisou ser sedada para não aumentar sua pressão arterial e colocar sua vida em risco.  Ela achou aquilo tão estranho e ficou curiosa.

Chegando a casa a mãe de Alex comentou com sua família sobre o que ela tinha visto no hospital.  Nesse momento, Alex ficou pensando se aquilo teria alguma relação com o experimento e se realmente era uma boa aquele spray.

No dia seguinte os amigos foram à faculdade e o professor chamou os dois para conversar:

- Garotos, acho que nós estamos enrascados...  Estava testando o spray em um casal de macacos e eles surtaram e não paravam de rir, um deles acabou morrendo!

Os companheiros de pesquisa ficaram desesperados. O professor era um homem muito inteligente e também fazia parte de estudos para cura de doenças raras com uma equipe de outro hospital e o professor pediu para que os jovens mantivessem segredo sobre o que estava acontecendo.

Quando retornavam para casa, pegaram um ônibus que estava cheio, ficaram perto do motorista por que não tinham como atravessar a catraca. Lá do fundo havia mais ou menos nove pessoas que riam sem parar eles ficaram muito preocupados, desceram do ônibus e ao olhar para praça viram que também muitas pessoas riam sem parar. Tudo estava ficando fora de controle.

Quando finalmente Alex chegou a sua casa, a televisão estava ligada no canal de notícias e o repórter dizia:

- Infelizmente a Santa Casa recebeu a décima pessoa com sintomas estranhos, tão estranhos, que as autoridades abriram investigações para entender o que tem causado esse surto.

Nesse momento o celular de Alex tocou, era o professor que pedia aos jovens para estarem bem cedo ao laboratório da faculdade.

Naquela noite, Alex mal conseguiu dormir e resolveu ligar a TV novamente, quando se deparou com a repórter anunciando que em outras cidades e até mesmo em outros países várias pessoas apresentavam o mesmo sintoma: riam sem parar. Tudo estava ficando fora de controle, as pessoas mais velhas tiveram que ser sedadas, pois era perigoso para elas devido ao coração mais fraco.

Sem aguentar mais de ansiedade Alex se arrumou e correu para o laboratório e lá encontrou o professor e Arthur. O professor havia descoberto que o contágio ocorreu através da saliva das pessoas infectadas, que ao rirem disparavam no ar partículas de saliva ao redor, espalhando rapidamente a doença. O professor ligou para o médico chefe do hospital e relatou sua descoberta.

Os hospitais estavam ficando cheios, mas isso ainda não era o pior, estavam cheios de pessoas que riam sem parar. O que era para ser um novo produto de alegria se transformou rapidamente em um pesadelo bizarro.

Alguns dias se passaram e jornais do mundo já mostraram que em vários países pessoas apresentavam o mesmo sintoma.

A mãe de Alex começou a notar nas fichas dos pacientes todos que estavam internados em estado grave tomavam remédio para depressão independente da idade, então comentou com Alex o que ela estava suspeitando.

Foi então que Alex teve uma ideia é foi se encontrar com o professor no laboratório e disse:

- Professor minha mãe estava comentando comigo que ela estava olhando as fichas dos pacientes e disse que a maioria que estava na utilização tomavam remédios pra depressão.

Foi então que o professor percebeu a mesma coisa e começou a trabalhar em um novo remédio para a cura. Na mesma semana todos receberam a notícia que a diretora da faculdade faleceu e foram ao velório. A mãe de Alex foi até lá para se despedir da diretora e disse:

- Meus sentimentos há, há, há ... ela sempre foi uma ótima diretora há, há, há.

Alex vendo essa situação se aproximou de sua mãe e a tirou de lá. Desesperado ligou para o professor e por coincidência o professor avisou que tinha conseguido fazer uma nova fórmula, só que tinha que testa lá.

Os presidentes do mundo todo estavam dispostos a pagar qualquer valor pela cura, pois o mundo todo estava em pânico.

Com a consciência pesada o professor disse para Alex:

- Se essa fórmula der certo, não cobrarei por ela. Falarei com os governantes e em troca pedirei que todos os borrifadores sejam distribuídos o mais rápido possível.

Alex vendo que a fórmula precisava ser testada e sua mãe internada pediu para o professor testá-la em sua mãe, já que o caso dela estava grave e disse:

- Eu confio em seu trabalho professor e sei que desde o início você sempre quis me ajudar, vamos até lá e veremos o que vai acontecer.

Chegando ao hospital Alex encontrou sua mãe na U.T.I e o professor entrou com o seu novo borrifador.

De repente o professor se aproxima de mãe de Alex e borrifa o líquido em seu rosto. Então ela começa a chorar e ALEX se assusta e diz:

- Não deu certo o que faremos?

Foi então que depois de uns cinco minutos chorando ela olha para todos e diz:

- Nossa! Por alguns momentos me veio á memória coisas tristes da minha infância, mas de repente me lembrei de coisas que me fizerem tão feliz estou me sentindo tão bem!

O professor e ALEX viram que a fórmula foi um sucesso que o choro momentâneo era apenas um efeito colateral.

O diretor do hospital vendo isso ligou para o presidente que imediatamente chamou o professor e Alex á sua sala e perguntou ao professor como ele chegou a esse resultado, então o professor disse:

- Já trabalhei há muito tempo com pesquisas de vários tipos e me  esforcei para ter esse resultado pensando em quantas pessoas estariam felizes pelo fato de ter seu familiar do lado delas nesse  momento e infelizmente não estão mais, às vezes pelo simples fato de querer ver pessoas felizes você acaba fazendo coisas que não devia. Na minha pesquisa percebi que as pessoas foram infectadas aparentemente eram felizes mais na verdade elas tinham início de depressão ou tomavam algum tipo de remédio para isso.

Então o professor teve outra ideia, pediu ao presidente que se reunisse com os outros presidentes para fazer uma quantia da fórmula para colocar em aviões e pulverizar na população o mais rápido possível e aqueles que estivessem  internados recebessem o spray.

Assim foi feito em todos os países, chamaram seus pilotos e colocaram seus aviões no céu. Como grande parte da população das cidades do mundo todo estava com o vírus foi anunciado nos jornais para que ao meio dia todos ficassem nas ruas, pois tudo iria se resolver.

Os aviões estavam nos céus e começaram com o trabalho de pulverização e em questão de minutos o remédio fez efeito.

Infelizmente muitos se foram devido esse surto mais tudo o que aconteceu foi para mostrar que às vezes para você fazer uma pessoa feliz não precisa ter que fazer ela rir, basta estar com ela nos momentos que ela precisa sejam tristes ou felizes e que pra alcançar nossos sonhos as vezes pagamos um preço muito alto.

Desde então o professor passou a trabalhar para o presidente em pesquisas para a cura de doenças raras e Alex desistiu de ser um comediante e dedicou-se a sua verdadeira vocação: as Ciências e passou a ajudar o professor.

Conto de Mistério - Gabriel I.

  O VILÃO MASCARADO             Um dia na cidade de Mogi das Cruzes surgiu um caso misterioso, uma doença que causava coceira até rasgar a...